O cenário do setor de saúde no Brasil e a busca por soluções que minimizem perdas

O Brasil tem passado por um processo de mudanças políticas e econômicas doloroso, para a população e para empresários. O cenário não é muito venturoso na área de saúde, assim como na indústria, na manufatura e em todas as outras, não é um momento de grandes investimentos.

O assunto qualidade versus custos na prestação de serviços é pauta frequente na agenda de todos os gestores. Na saúde não é diferente. Em um ano de eleições, a crise política, ideológica e financeira está instalada no país. Verbas e investimentos estão reduzidos aguardando definições do cenário político. Acontecem rápidas mudanças tecnológicas, que são importantes, mas caras. Enfim, assuntos que não podem ser deixados debaixo da papelada na mesa do escritório, afinal, os pacientes continuam lotando os hospitais e eles querem um atendimento rápido, eficaz e de qualidade.

 

Cenário Pertubador

É um cenário perturbador e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH)publicou um estudo sobre essa situação, onde aponta a redução de 8,9% no número de hospitais privados entre 2010 e 2017. Nesse mesmo período, o número total de leitos passou de 435.793 para 415.009, uma redução de 4,8%. Parece pouco, mas para recuperar essa perda na saúde, seria necessário um “pequeno” investimento de R$ 30 bilhões. Os dados foram obtidos por meio de pesquisas nos registros do Ministério da Saúde e são indicadores importantíssimos para que seja possível avaliar a estrutura e capacidade de atendimento de saúde, de alta e média complexidade, disponível à população. Ou seja, se fizermos o cálculo, foram perdidos mais de 31 mil leitos em hospitais que eram, em sua maioria, não filantrópicos e pequenos. Aproximadamente 50% desses hospitais atendiam ao SUS.

É realmente um número assustador e, quando pensamos que este estudo não está levando em conta outros hospitais pressupomos que a situação é ainda mais alarmante.

 

Fazer mais com menos e alcançar os resultados desejados

Fazer mais, com menos já se tornou rotineiro na vida dos gestores de saúde. A realidade é que existe a possibilidade de se ter um “respiro” no caixa, mas o excesso de burocracia, a baixa produtividade nos serviços públicos e privados que provocam expressiva elevação do custo no Brasil, a quantidade de desperdícios, o retrabalho e os consequentes erros não deixam que o lucro aconteça. Por isso, é necessária uma mudança de paradigma, uma mudança cultural. Não basta apenas melhorar o financiamento na saúde ou acrescentar medidas governamentais, como por exemplo a Medida Provisória 848/18, é preciso tornar o negócio sustentável, corrigir osprocedimentos organizacionais para reduzir custos e a variabilidade nos processos de trabalho. Pode ser um processo árduo, mas ao mesmo tempo, uma oportunidade para administradores atentos e que sabem empreender.

Conversamos com Haroldo Martins, diretor administrativo do Hospital Redentor em Belém, e com Renato Martins Neder, diretor presidente do Hospital da Criança em Campo Grande, Mato Grosso. Ambos empreendedores que possuem visão ampla e positiva nesse cenário.

Haroldo e Renato enxergam oportunidades de melhoria, por isso, estão implantando várias mudanças em seus hospitais, buscando exatamente atender à demanda do mercado. A principal mudança adotada recentemente foi a implantação de um sistema que tem como principal desafio otimizar o tempo para gerar resultados.

O diretor do Hospital Redentor de Belém, sempre atento aos resultados que podem ser obtidos fala sobre a solução: “Estamos implantando um novo sistema, com a tecnologia adequada, que acreditamos ser a solução para diminuir processos, erros, custos e aumentar a produtividade, consequentemente, os lucros. Tudo que você precisa realizar de forma repetitiva e com excelência, você acaba tendo que sistematizar, estabelecer fluxos e processos para que as falhas sejam minimizadas e se executem ações com a máxima eficiência e celeridade. Hoje se você quer minimizar falhas e amarrar os fluxos de cada setor da sua empresa, no caso o hospital, um sistema de gestão acaba tendo um papel fundamental. Ele consegue agregar tanto para tornar mais célere, quanto para minimizar falhas. Por que deixa alguns aspectos burocráticos mais impessoais. A assistência não, a assistência vai ter que ser sempre humanizada e com base na individualidade do paciente. Mas a parte burocrática do processo se torna mais sistematizada, então minimiza que aconteça alguma falha, inclusive na segurança do paciente”.

Renato Martins tem a mesma visão e afirma: “A necessidade de ter ferramentas confiáveis para nos auxiliar na melhoria da gestão de nossa instituição, nos levou a buscar no mercado empresas que pudessem nos oferecer sistemas que nos abarcassem de forma prática nossas necessidades e, ao mesmo tempo, nos direcionassem à tomada de decisões, além de contribuir na otimização de nossos recursos financeiros e qualificação dos nossos colaboradores.”

Haroldo já utilizou outro sistema em seu hospital, porém com pouco sucesso. Segundo ele, não houve continuidade no processo de utilização, e a aceitação da equipe foi baixa. Ele percebeu que não é uma peculiaridade em seu hospital, é um problema bastante comum. Porém, a implantação de um sistema é importantíssima para a gestão hospitalar, por isso, buscou uma empresa com experiência no mercado e que pudesse agregar com experiência, conceitos de trabalho, metodologia segura nos processos de implantação e suporte qualificado, além da melhoria contínua nos processos. Haroldo também reforçou que um dos pontos decisórios para a escolha foi a questão de ter recebido diversas recomendações da SPDATA e o atendimento diferenciado. A forma como as negociações foram conduzidas, com profissionalismo e total compreensão das suas necessidades o encantou e fez com que contratasse os serviços.

 

Por que a SPDATA?

Ao ser questionado no motivo que o impulsionou a mudar de sistema e quais as expectativas tem com a implantação do SGH da SPDATA, Haroldo afirma que são expectativas bem pragmáticas. Ele espera que o sistema dê o resultado que ele não conseguiu até então, resultado esperado pelo puro e simples funcionamento de um sistema consolidado no mercado: processos sistematizados, redução de custos e desperdícios, otimização de mão de obra, aumento do faturamento, melhoria na assistência, entre outros. “A partir do ponto em que eu estiver com o sistema bem implementado, aí entra na fase da implantação, como eu conversei com os coordenadores de implantação. Que é quando eu começo a usufruir dentro da potencialidade que o sistema pode me oferecer. Mas eu enxergo que eu estou em uma fase inicial. No momento minha expectativa é organizar fluxos e processos. Tendo fluxos e processos devidamente organizados eu tenho certeza que ele vai me dar um retorno positivo em relação à redução de custos e otimização do faturamento”, afirma o diretor.

Renato também fala sobre a busca de um sistema no mercado e informa que dentre os pesquisados, a proposta modularizada, integrada e de fácil operacionalização do SGH da SPDATA foi a que teve um maior valor agregado. Então, decidiram verificar a satisfação de outras instituições que já utilizam o sistema, com isso, a parceria foi firmada. O diretor presidente afirma que espera grandes resultados, a parceria, consequentemente, tem tudo para dar certo por longa data: “As expectativas são as melhores possíveis, já que contaremos com informações gerenciais seguras que nos permitirão planejar, a partir de dados fidedignos e “in time”, os investimentos necessários para a melhoria da assistência hoje prestada pelo Hospital.”

Quer saber mais sobre o SGH da SPDATA? Fale com um dos nossos consultores.

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