Controle de Higienização de Leitos

Controle de Higienização de Leitos é integrado a solução de Suprimentos, possibilitando requisitar os materiais necessários para limpeza diretamente ao setor responsável.

Descritivo do sistema de Controle de Higienização de Leitos

Extremamente importante para que se possa garantir a segurança e a saúde de funcionários e pacientes, a limpeza e manutenção das áreas da instituição evita a proliferação de bactérias e a disseminação de doenças, dessa forma, previne doenças e mantém os locais em excelentes condições.

O sistema de Higienização da SPDATA, possibilita o controle e gestão da Higienização de Leitos e demais áreas da instituição. Tanto após a alta médica/hospitalar como nas limpezas periódicas e/ou urgentes. Nosso sistema permite que você monitore desde a solicitação até a finalização da limpeza.

É um sistema com grande variedade de relatórios, que lhe dará a possibilidade de avaliar indicadores como: tempo médio para cada tipo de limpeza, controle dos produtos utilizados, etc.

 

Suas principais funcionalidades são:

  • Gestão de funcionários específicos do setor de limpeza
  • Sistema de cores do painel de leitos definido pelo Cliente
  • Personalização de cada acomodação por “Tipo de Criticidade” de limpeza
  • Determinação dos materiais adequados para cada ambiente hospitalar para cada tipo de limpeza
  • Permite o gerenciamento de permissões de acesso por usuário
  • Permite o controle do tempo de limpeza
  • Gestão das áreas a serem higienizadas vinculada a acomodação na qual estão localizadas e consequentemente o tipo de limpeza e materiais adequados para uso
  • Integrado a solução de Suprimentos, é possível requisitar os materiais necessários para limpeza diretamente ao setor responsável
  • Registro eletrônico do leito higienizado e posterior emissão de relatórios gerenciais
  • Monitoramento dos leitos a serem higienizados através de painel. O alerta se inicia a partir da alta médica se concretizando a partir da alta hospitalar onde é registrada a saída do paciente do Hospital
  • Gerenciamento de áreas: Critica, Semicrítica, não critica
  • Gerenciamento dos tipos de limpeza: Diária ou concorrente; Terminal; Desinfecção concorrente; Desinfecção terminal
  • Painel de leitos interativo. Permite ao usuário ativar as principais ações diretamente pelo painel
  • Painel de leitos com possibilidade de visualização por bloco, acomodação, livres, ocupados, aguardando higienização, em higienização, leitos livres, pacientes com alta médica, inativos, etc.
  • Painel de gerenciamento de limpezas, onde são controlados os leitos aguardando para higienização, os leitos em higienização. Neste painel também são monitorados indicadores de tempo em que um leito se encontra liberado para higienização.
  • Painel dos leitos que já se encontram higienizados com controle de tempo gasto
  • Gestão de chamados para limpeza de urgência por leito com painel de monitoramento
  • Controle de log das principais operações
  • Conceito – Tipos de Limpeza

Áreas atendidas pelo sistema de Controle de Higienização de Leitos

É natural que você queira saber o que a SPDATA entende por área crítica, área semicrítica e área não crítica. Então, veja nosso conceito sobre tais áreas:

Área crítica é o local que oferece um risco maior de transmissão de infecção porque se destina aos pacientes graves, imunodeprimidos, com doenças infecciosas cujo patógeno é de alta transmissibilidade e local onde se realizam procedimentos invasivos ou manuseio de peças de material contaminado.

  • Exemplos de área crítica: UTI neonatal, unidade de queimados, bloco cirúrgico, unidade de isolamento, sala de hemodiálise, central de material e esterilização – CME, banco de sangue, área suja da lavanderia, farmácia – local de preparo de nutrição parenteral total, serviço de nutrição e dietética – preparo de nutrição enteral, laboratório de patologia clínica.

Área semicrítica: Nessa área o risco de transmissão de agentes de infecção em relação às áreas críticas é menor. Em feral são ocupadas por pacientes que não são portadores de doenças infecciosas ou infecciosas de baixa transmissibilidade.

  • Exemplos de área semicrítica: Enfermarias, farmácia – diluição, banheiros, ambulatórios.

Área não crítica: Nessa área não existe risco de transmissão, já que não são ocupadas por nenhum paciente.

  • Exemplos de área não crítica: Serviço administrativo, almoxarifado, secretaria, serviços de apoio de Raio-X, ultrassom, etc.

 

Assim sendo, as áreas de limpeza estão vinculadas a 4 modalidades:

  • Limpeza Diária ou concorrente: Esta limpeza é realizada diariamente ou sob chamado. Aplica-se a todas as unidades, inclusive na presença de pacientes.
  • Limpeza Terminal: Como o nome sugere é realizada após alta, óbito ou transferência. Sua principal finalidade é a redução da contaminação do ambiente, mantendo o foco na preparação segura e adequada para receber um novo paciente.
  • Desinfecção Concorrente: Esta modalidade é exercida após contaminação com material orgânico – fezes, urina, vômito, sangue, secreções.
  • Desinfecção Terminal: Acontece após limpeza terminal quando da alta, óbito ou transferência do paciente.

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